quinta-feira, abril 01, 2010

Dei mole e ele me fudeu toda

Meus pais quiseram aproveitar o feriado para irmos na casa da minha avó numa pequena cidade do interior de São Paulo e lá não tem nada pra fazer é muito parada...horrível.
Quase nem tenho amigos lá porque a galera é meio caipirona e esquisita e eu como já tenho 17 anos, gosto de gente mais animada e curto muitas baladas na capital.
A casa dela é meio grandinha e tem uma piscina de tamanho médio que só mesmo a gente usa quando vai pra lá porque ela nem nada mais. Apesar do ar condicionado do carro do meu pai quando paramos para fazer um lanche na estrada e eu abri a porta...affff o bafo quente do calor tomou conta do meu corpo.
Noosaaa...que calor é esse eu pensei. Logo, eu estava toda suada. O suor escorria pelas minhas costas, minha barriga, minhas pernas, meus braços e minha nuca.
Não via a hora de chegar na casa da minha avó pra pular na piscina e relaxar. Assim que chegamos e o carro parou, vi que tinha uma construção do lado da casa dela. Da última vez que estive lá só havia um terreno vazio... era sinal que já fazia tempo que não ia lá.
Como era feriado, na hora não notei ninguém trabalhando ali. Pra ser sincera, só vi um tiozão, negro e forte debruçado nuns caixotes olhando pra gente como se estivesse curioso pra saber quem estava chegando.
Desci e fui ajudar o meu pai com as malas enquanto minha avó e minha mãe entravam na casa.
Como anda fazendo muito calor, eu estava com roupas simples mas, que gosto de usar, um shortinho minúsculo que mostrava uma parte das polpinhas da minha bundinha e uma blusinha de algodão, tipo top bem curtinha que deixava a mostra a minha barriguinha.
Quando passei com as malas perto do muro que dava da casa da minha para a construção olhei pra cima, de curiosidade e, vi a cara de tarado dele me olhando.
Alguns dos meu amigos, os mais chegados, me chamam de Delicinha porque dizem que sou bem gostosinha. E, modéstia a parte, acho que sou mesmo.
Sou morena clara, me chamo Jaqueline e tenho cabelos lisos e compridos e olhos castanhos 1,66m e 52kg mais ou menos. gosto de tomar sol e vivo com marquinhas de biquíni bem pequenas, tenho um bumbum empinadinho, mas acho meus seios a parte mais bonita em meu corpo, são durinhos e pontudinhos e me rendem olhares bem ousados quando saio com minhas roupas decotadas que eu adoro.
Bom, depois de um tempo e com aquele calor eu falei pra minha avó que ia na piscina. Fui para o quarto e coloquei um biquíni preto, pequeno, que tem a calcinha com lacinhos nas laterais e o bustiê tomara-que-caia. Pequei a toalha, umas sandálias havaianas o protetor solar e fui me divertir.
Novamente, eu percebi aquele tiozão no segundo andar da construção vizinha me olhando. Ele me comia com os olhos e teve até uma hora antes de eu entrar na piscina que ele passou a mão no cacete, por cima do calção largo tipo de futebol que estava usando e fez questão de deixar eu perceber.
Disfarcei e pulei na piscina pra me refrescar. Eu estava curiosa e assustada com a cara de pau daquele tiozão, mas confesso que fiquei um pouco excitada por perceber que ele me olhava e passava a mão no pau dele e quando saí da piscina, fiquei desfilando um pouco, meio rebolando para o safado ver. Apesar de ainda ser virgem, adoro provocar e gosto de homens safados. Procurava não olhar mas, tinha hora que eu não conseguia.
Teve uma hora que vi ele na janela lateral me chamando com uma das mãos e com a outra alisando o cacete por cima do calção. Quando olhei melhor, vi que ele estava com o pau duro saindo pelo lado do calção largo. Comecei a ficar nervosa. Ele tinha um cacete grande demais e era um tarado!
Nervosa com aquela situação resolvi sair de perto da piscina. Me enxuguei e fui pra dentro da casa pra tomar um suco. No caminho ouvi ele dizer- Que bunda gostosa essa, heim? Me virei com raiva, olhei bem na direção dele e respondi: - Tá louco, seu tarado, me respeita...sai dai!
E, foi quando ele respondeu: - Não tem como respeitar uma potranquinha dessas...com uma calcinha preta desse tamanho e enfiada nesse rabinho! Vem aqui à noite, putinha gostosa, para dar essa bucetinha para mim.

Aquelas palavras me deixaram tontas...de tesão, minha xaninha ficou úmida na hora e ele percebendo a minha fraqueza ainda falou- Vai! Mas, não demora tá?
Eu juntei todas as minhas coisa e sai pisando firme com cara de emburrada mas por dentro tava no maior tesão!
Tipo umas 17:00h eu estava no quarto e abri a janela. Depois de muito pensar, resolvi entrar no jogo dele. Como a janela do quarto dá para o lado da construção, notei que ele estava olhando lá de cima para dentro do meu quarto.
Já imaginando o que podia acontecer, desfilei na frente da janela só de calcinha sem sutiã, com a toalha enrolada na cabeça, como se estivesse me trocando ou saindo do banho.
Aquela brincadeira também estava me deixando num baita tesão. A calcinha entrava no meu reguinho e quase mostrava minha xaninha, deixando aparecer uns pelinhos pra fora.
Sentia também que ela estava molhada e inchada de tesão e meus mamilos também já estavam durinhos. Arrisquei ir daquele jeito até mais perto da janela para enganar que ia fechá-la. Quando dei por mim não acreditei no que vi.
Nossa o cara ficou louco, chegou mais perto da janela da construção que estava toda escura tirou o cacete pra fora e me mostrou o tronco que ele tinha nas mãos, todo duro. E de novo, ele então fez sinal pra eu ir até lá.
Balançando a cabeça, dei um sorriso safado e dizendo que não podia. Ele se ajeitou e me mostrou sua rola enorme e muito dura fazendo um gesto de que aquilo tudo estava me esperando. Quando vi sua rola daquela distância, naquele estado, confesso que senti um tesão muito grande, fiquei louca para segurar aquele negócio, que era bem maior do que os de meus namoradinhos.
Lá pelas 22:00h meus pais me chamaram para ir na casa da minha tia Vilma, irmã do meu pai, porque minha avó estava querendo ir lá também.
Eu respondi que queria ficar porque estava cansada da viagem e tinha tomado muito sol e gostaria de descansar.
Então, os três foram e fiquei sozinha. Era tudo o que eu queria. Voltei para o quarto vesti um shortinho curtíssimo e bem apertadinho, uma camiseta regata, sem soutien, prendi os cabelos e fui lá para o portão da frente, como se estivesse passeando no jardim.
Notei que a construção estava toda escura, como se não tivesse ninguém mais lá. Quando sai e pisei na calçada levei o maior susto. Ele estava sentado num banco bem próximo dali fumando e nem me viu. Não havia ninguém na rua naquela hora.
As minhas pernas tremeram, meu coração disparou e eu não sabia se voltava e entrava ou se ficava ali parada. De repente ele me viu e olhando nos meus olhos me chamou da maneira mais tarada que eu já vi. Fiquei toda mole, sem palavras e sem reação nenhuma.
Nem me lembro como me aproximei dele, só sei que disse com a voz trêmula- Oi!
Ele se levantou, estava só de calção, sem nada na parte de cima do corpo. Não falou nada. Só chegou bem pertinho de mim e eu senti aquele corpo de macho, suado me agarrando com tesão e fiquei maluquinha. Ele me puxou mais pra perto dele virando meu rosto e me deu um beijo na boca.
E enquanto estava sendo beijada, colada no seu corpo passei as mãos no seu peito definido, negro e suado e ele foi tirando a minha mão bem devagarinho do tórax dele e colocou ela em cima daquela tora por cima daquele calção largo que ele usava.
Ele já estava com o cacete duro e enorme empurrando o pano do calção e a minha mão junto pra frente, pulsando muito e quase que eu nem conseguia segurar.
Logo ele me pegou pela mão e me puxou pra onde ele queria me levar. Assustada eu perguntei: - Pra onde você vai me levar? Eu sou virgem ainda viu?
Ele só respondeu: - Fica quieta e vem comigo!
Deu a volta na casa em construção me levando praticamente à força lá pro fundo onde tem um quartinho que só tinha bugiganga, tipo material de construção. Notei que ele estava nervoso e tarado. Abriu a porta me colocou pra dentro e em seguida fechou a porta.
Pediu para eu sentar numa cama velha mais limpa que havia por ali. Eu tentava disfarçar o medo e o tesão e ficava olhando ao redor. De repente levei o maior susto. Quando me virei para o lado dele, ele já tinha abaixado o calção e tirando aquela tora enorme e cheia de veias, disse: - Eu nunca fui chupado por uma menina linda e gostosa igual a você, sabia?
Com aquela vara preta, grossa e cheia de veias e uma cabeça vermelha enorme, ele chegou bem perto do meu rosto e passou de leve na minha bochecha, nos meus cabelos e na minha orelha. Pude ver que o saco dele era caído e bem grande também.
Tremendo, levei minhas mãos naquele cacete e ele, me segurando, me aproximou daquilo, até tocar a cabeça nos meus lábios, fazendo eu abrir a boca para começar a chupar e eu percebi que não ia caber. Eu ia ter que abrir muito a minha boca pra fazer aquilo e poderia me machucar.
Então eu levantei os olhos e disse: - Não vai caber! Isso é muito grosso! Ele não disse nada e eu então comecei a dar lambidas e a punhetá-lo com as duas mãos. Com uma mão segurando no saco dele e com a outra naquele baita cacete eu percorria todo aquele nervo grosso e duro com a minha língua. Pude sentir cada veia estufada tocando a minha língua. Ele estava com um sorriso de orelha a orelha, só sentindo e me olhando.
Quanto mais eu chupava mais duro parecia que aquilo estava ficando. Com muito jeitinho eu consegui colocar a cabeça do cacete dele dentro da minha boca mas no começo eu senti meu maxilar estalar. Depois quando comecei a chupar, minha boca foi se acostumando. Ele segurou na minha cabeça e disse: - Eu quero gozar na sua boquinha agora! Olhando pra ele eu fiquei assustada com a maneira que ele falou mas ao mesmo tempo excitada com tudo aquilo lambi aquele cacete com tanta vontade que nem me importei de engolir aqueles jatos de porra grossa que espirraram na minha garganta e acabaram escorrendo nele mesmo e na minha mão. Só sei que quando tirei a minha boca daquela cabeça senti porra escorrendo em um dos cantinhos da minha boca e sem pensar passei a língua pra não deixar ela ir para o meu queixo.
Ele vendo aquilo, chacoalhou a tora e disse: - Vem! Limpa esse cacete! Sem pensar muito chupei e lambi de novo aquele cacetão até ficar limpo, sem nenhuma gotinha de porra! Me levantei da cama onde estava sentada todo aquele tempo e perguntei se podia lavar a minha boca. Ele apontou na direção do banheiro e falou: - É ali! Pode ir!
Enquanto caminhei até o banheiro percebi que ele olhava a minha bundinha com um sorriso malicioso. Quando me curvei para enxaguar a boca na pia, imediatamente ele me agarrou por trás e começou a me apertar. Senti seu cacete ainda duro contra as minhas nádegas e comecei a rebolar e esfregar as minhas polpinhas nele. Ele passava a boca na minha orelha e lambia e eu me esfregando cada vez mais. Ele roçava o cacete em mim, como se estivesse me comendo e algumas vezes me fazia ficar na pontinha dos pés, tamanha era a força daquele cacete me levantando.
Ainda bem que eu tinha limpado ele porque se não o meu shortinho tinha sujado todo.
Eu sem saída falava pra ele esperar pra ter mais paciência. Só sei que ele colocou a mão na minha barriga desceu até o botão do meu shortinho, puxou o zíper, enfiou mais ela até tocar os meus pelinhos e passou o dedo na minha xaninha me fazendo estremecer toda. Com a outra mão ele arrancou o meu shortinho junto com a minha calcinha que desceram pelas minhas pernas até caírem no chão. E quando suspendeu uma das minhas pernas. senti a cabeça grossa e vermelha do cacete dele encostar na entrada da minha xaninha e um fogo tomou conta do meu corpo todo. Ele me arrastou para aquela cama, arrancou a minha camiseta regata, me deixando toda peladinha e babou quando viu os meus seios, que ele começou a sugar com força, me deixando arrepiadinha e toda a fim. Foi descendo para a minha barriga, que ele começou a lamber em círculos, com aquela língua enorme, me deixando toda mole e aí eu sem reação, me entreguei todinha. Ele abriu minhas pernas e desceu com aquela língua para a minha bucetinha, enfiando ela toda dentro de mim, dando mordidinhas nas minhas pernas e me lambendo todinha, fazendo eu gozar na boca dele, toda gemendo. Daí ele veio subindo pela minha barriga de novo, me lambendo e chupando os meus seios e me beijou e enfiou a língua molhada de meu gozo na minha boca e falando baixinho no meu ouvido disse: Deixa eu tirar seu cabacinho, gatinha? Vai ser uma delícia! Eu vou bem devagarinho amor! Eu, toda entregue que estava, nem falei nada e abri minhas pernas devagarinho e ele se encaixando no meio delas foi pincelando aquele pauzão na minha buceta, fazendo eu gemer muito. Ele foi enfiando bem devagarinho, beijando o meu pescoço, minha boca e os meus cabelos enquanto sussurava no meu ouvido: - Sua branquinha gostosa, sua putinha safadinha! Você está adorando ser fudida e perder esse cabacinho gostoso pro negão aqui né? Não respondi nada. Eu deixei aquilo ir me abrindo e me alargando toda e fiquei gemendo bem gostoso, com ele indo e vindo bem devagar e eu cada vez mais fincada naquela tora. Levei minha mão por baixo pra poder sentir o quanto aquilo já tinha entrado e assustada percebi que ainda faltava muito. Pedi pra ele ter cuidado e não colocar tudo aquilo em mim. E ele com uma mão espalmada na minha bunda, o dedo cutucando o meu cuzinho e a outra mão acariciando os meus seios, fez uma leve pressão empurrando mais o pau pra dentro de mim, me fazendo dar um grito de dor, e ele falou no meu ouvido: - Fica calma cadelinha! O titio aqui vai fazer bem gostoso, não precisa ficar com medo!
Naquela hora eu perdi a razão e senti a minha xaninha apertando aquela tora, quando num empurrão mais forte, senti uma dor aguda, no momento que ele rasgou o meu cabaço e entrou bastante dentro de mim. Ele falava baixinho: - Ah! tá vendo como essa putinha gosta de levar um cacete! Seu leitinho tá escorrendo nele todo...goza! goza!
Eu urrava de tanta dor e tesão e ele aproveitou pra enfiar mais o cacete dentro de mim. Aí eu já não sabia mais o que era dor...apenas o que eram delírios de prazer.. e ele gemia sussurrando no meu ouvido: - Vai minha putinha, rebola pra mim, pede pra eu te fuder mais, pede!
Ele segurava com força nos meus cabelos como se eu fosse uma qualquer e eu maluca de tesão comecei a falar alto: - Vai, me fode! Fode essa xaninha que não aguenta mais esse cacete gostoso! Rasga meu cabaço logo e mete tudo gostoso na sua putinha!
Ele soltou meus cabelos e segurou na minha bunda com as duas mãos, e me puxou pra cima e começou a socar aquilo tudo em mim sem dó! Senti entrar tudo, era como se tivesse me rasgando mesmo, e por isso não pude deixar de berrar bem alto mas ele tapou a minha boca e mandava eu ficar quieta! Dai, eu comecei a chorar e ele parou de bombar, ficando quieto dentro de minha xaninha.
Ele dizia que já tinha parado e passava a mão no meu cabelo me acariciando e tentando me acalmar.
Aos poucos eu fui me acalmando mas sentia a minha xaninha toda alargada pelo cacete dele. Aos poucos ele foi indo e vindo e eu me sentindo toda preenchida, mas não sentia mais dor, abri mais minhas pernas e dobrei meu joelhos, e ele foi aumentando a velocidade das estocadas e eu comecei a gozar, e ele metia bem fundo e senti quando ele gozou dentro de mim, espirrando a porra quente dentro de mim, me inundando todinha e me abraçando forte. Depois que ele tirou aquilo de dentro de mim, me deu um acesso de riso que ele não entendeu nada. Acho que fiquei histérica por ter sido fudida daquele jeito e ter me entregue daquele jeito, sem nem conhecer o cara...sei lá...até agora nem entendo porque deixei ele me comer toda e dei para ele daquele jeito.
Pedi pra ele pegar a minha calcinha que estava no chão porque precisava ir embora.
O safado então debruçou em cima de mim e respondeu no meu ouvido,: - Você sabe né, só devolvo quando você me der este rabinho gostoso, mas vai ter que rebolar como fez lá perto da piscina no quintal da sua avó! Assustada respondi: - Que é isso! Ficou louco?
Eu senti a cabeça do cacete dele forçando a entrada do meu cuzinho e eu falei: - Ah não!, na bundinha não!
E ele insistiu: - Mas eu quero comer seu cuzinho!. Eu então, respondi,: - Na bundinha eu não faço!
Com a cabeça meio virada pro lado dele eu podia ver aquele mastro ainda duro e cheio de tesão. Ai ele pediu: - Então deixa pelo menos eu dar uns beijinhos nessa bundinha, deixa?. Confesso que na hora fiquei doida com aquilo e louca pra dar a bundinha para aquele coroa negro, cheirando a suor que estava passando aquelas mãos ásperas no meu corpo inteiro mas, me segurei e falei: - Tá bom! Beijinho eu deixo mas só isso heim?.
Então com jeitinho ele levantou meu bumbum, colocou outro travesseiro embaixo da minha barriga e cintura me fazendo ficar empinada e com a bundinha pra cima. Começou beijando as minhas coxas na parte de dentro, depois minhas nádegas e por último o meu reguinho.
Não demorou e ele passava a língua no meu cuzinho bem devagar me fazendo eu me contorcer toda e gemer de tesão. Ouvi ele dizer: - Ôôô bunda gostosa que você tem heim, branquelinha! De repente ele enterrou a língua com vontade no meu cuzinho. Só senti aquela coisa toda babada e quente entrando no meu cuzinho. Afff...que delícia! Até dei um pulinho jogando meu corpo mais pra trás ainda fazendo com que a língua dele entrasse mais ainda.
Eu estava atordoada quando ele falou de novo: - Deixa eu colocar no seu cuzinho, vai por favor! Quero muito comer este cuzinho lindo! e veio esfregando a cabeça do cacete no meu buraquinho.
Então, já fora da minha razão eu falei: - Então tá! Mas eu só dou a minha bundinha se você fizer do meu jeito! Ele concordou, claro né!
Fiquei de quatro virada pra ele, levei a mão pra trás e segurei no seu cacete. Fui trazendo ele pela mão até encostar no meu reguinho. Pincelei ele no meu reguinho que já estava todo babado pela saliva dele e fui devagarinho ajeitando o cuzinho na sua tora, percebi que ela ficou mais dura, mas fiquei quietinha. Pedi pra ele abrir o meu bumbum enquanto eu mesma encostava a cabeça no cacete dele na entrada do meu cuzinho. Demorou até eu começar a sentir a cabeça daquele cacete ir abrindo o meu cuzinho e as minhas preguinhas se esticarem. Ele foi paciente e obedeceu direitinho porque sabia que eu já estava preparada para tomar no cuzinho de qualquer jeito.
Quando senti meu cuzinho engolir a cabeça do cacete dele, abri mais as minhas pernas e nessa hora ele me agarrou pele cintura com aquelas maõs de pedreiro, ásperas e grandes. Não larguei o cacete dele e fui logo dizendo: - Espera! Deixa que eu mesma coloco, heim! Me empinei mais um pouco e fui jogando meu corpo pra trás forçando a tora dele a entrar mais um pouquinho e parei. Dei um suspiro de alívio e ele pecebendo esperou um pouquinho e me ajudou ajeitando com carinho sua rolona no meu cuzinho e foi empurrando, ela foi entrando devagar que eu pude sentir cada veia estufada dela passar pelas minhas preguinhas...aquilo só foi me deixando mais maluca.
Sem colocar mais ele iniciou um vai e vem bem devagar e então eu gemi alto, ele disse: - Tá gostando de dar o cuzinho, tá? E eu toda arrepiada, com os biquinhos dos meus seios durinhos, minha xaninha melecada e querendo gozar mais e ainda por cima tremendo feito uma doida de tanto tesão por sentir meu cuzinho engolindo parte daquela vara grossa e dura nem respondi e ele insistiu: Fala que tá gostando putinha! Fala para eu meter mais! E eu falei: Tá muito gostoso. Mete mais, seu puto! Fode o meu cuzinho e me come todinha!...fui deitando a cabeça entre os meus braços em cima do travesseiro ficando de vez com a bundinha para o alto, deixando rolar. Ele me comia tão gostoso e devagarinho que as vezes eu mesma levantava o quadril e ficava me jogando e rebolando no cacete dele.
Numa dessa, depois de ter gozado muito ouvi ele gemer alto e me dizer: - Que bunda gostosa, toma porra minha princesinha, toma!
O cara pingando suor nas minhas costas avisou que ía gozar. Foi um jato de porra quente e grossa que parecia uma mijada e eu comecei a gozar pelos dois buraquinhos e a dar gritinhos de prazer! Quando ele tirou o cacete do meu cuzinho, senti até um arzinho fresco dentro dele.
Ele caiu jogado na cama e eu peguei a minha calcinha e o meu shortinho, me vesti daquele jeito mesmo e corri pra casa da minha avó.
Ainda bem que não tinha chegado ninguém porque eu estava tonta, com as pernas bambas, toda dolorida e com porra escorrendo da minha buceta e do meu cu para as minhas pernas.
Depois de tomar um banho e cair pregada na cama, apaguei e só acordei no dia seguinte, mas não me arrependi, pois adorei ser fudida e ter o meu cabaço rasgado pelo cara.
Coloquei um biquíni branquinho e curtinho, fui para a piscina desfilar para ele e fiquei rebolando e abaixando o biquíni, mostrei minha bundinha para ele com o maior tesão. À noite, lá pras duas da manhã eu quis fazer uma surpresa para ele, enquanto todos dormiam, eu tirei todinha a minha roupa, fiquei peladinha e joguei ela no terreno da construção, por cima do muro e com medo e com cuidado, fui lá na construção, pé ante pé, para dar para ele de novo...mas isso é outra estória.

4 comentários:

  1. Ótimos contos!! Tô com vontade de fuder com todas essas garotas!!

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  2. curti mt esse conto,aqui na minha casa estou construindo e eu sou negão grande tbm,não quer vir pra cá?
    rsrsrs....

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